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Capacitação

13/06/2018 18:06

Encontro reúne prestadoras de Assistência Técnica e Extensão Rural de toda Bahia

Para alinhar a execução, avaliar e ajustar as ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) do Bahia Produtiva, projeto executado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), foi realizado, nesta terça-feira (12) e quarta-feira (13), o III Encontro com as Prestadoras de ATER do Bahia Produtiva.

Estiveram presentes representantes das 27 empresas prestadoras de ATER que atuam nos 27 Territórios de Identidade da Bahia para aumentar a integração ao mercado, promover a segurança alimentar e nutricional, melhorar o acesso ao serviço de abastecimento de água, saneamento de domicílios, e a infraestrutura básica necessária para apoio à produção e a comercialização.

De acordo com o coordenador do Bahia Produtiva, Fernando Cabral, o evento pretende avaliar o primeiro ano com o serviço disponível e definir os ajustes necessários para o segundo ano: “Mais que isso, o encontro pretende fazer a repactuação da ATER, das agroindústrias, do projeto”.

A representante do Centro Públicos de Economia Solidária (Cesol), entidade prestadora de Ater do Território do Baixo Sul, Cibele de Oliveira, afirmou que esse é um espaço que tem o momento de troca, não só da gestão do projeto, mas da execução técnica: “Estamos coordenando 10 associações. A assistência técnica é fundamental, o Bahia Produtiva é uma política pública de fomento para os empreendimentos, que precisam de uma assistência que lide desde a organização produtiva até a gestão para alcançar o mercado”.

A programação contou com a avaliação crítica e divulgação dos resultados alcançados da ATER do Bahia Produtiva, rodada de experiências, visando mudanças de procedimentos e repactuação de ações, e processo de acompanhamento, monitoramento e fiscalização dos contratos.

Para o assessor do Bahia Produtiva, Ivan Fontes, a execução está cumprindo o objetivo que se pretende com as instituições de ATER: “A estratégia de contratar instituições vai muito pela capacidade e da capilaridade delas na atuação dos territórios. As instituições contratadas têm conhecimento dos territórios onde atuam e isso contribui para executar bem o serviço, mas, mais que isso, promover outras políticas públicas no entorno”.
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