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Desenvolvimento Rural

12/09/2017 17:09

Ações de ATER e convivência com o semiárido são debatidas no Conselho Desenvolvimento Rural Sustentável

A 55ª Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRS) foi realizada, nesta terça-feira (12), no auditório da Fundação Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, com a presença de representantes de movimentos sociais e de entidades governamentais.

O panorama e as perspectivas de assistência técnica e extensão rural (ATER) na Bahia, junto com as ações governamentais de oferta de recursos hídricos e convivência com o semiárido, foram os assuntos destaques da reunião. O titular da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e presidente do CEDRS, Jerônimo Rodrigues, salientou que “a ‘alma’ do desenvolvimento rural é a assistência técnica. Não há agroindústria e um bom manejo de solo sem a devida orientação técnica”

Célia Watanabe, gestora da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater/SDR), apresentou um balanço sobre as ações de ATER no estado: “O CEDRS é estratégico para o exercício do controle social das políticas públicas, como é o caso da ATER. Ampliar o diálogo entre Governo e organizações da sociedade civil, incluindo parceiras de ATER e entidades representativas da agricultura familiar, ajuda-nos a identificar os desafios, avaliar e pensar a execução de um serviço de qualidade para contribuir com o desenvolvimento rural sustentável e com o fortalecimento da agricultura familiar”.

Convivência com o semiárido
A assessora técnica da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Miryam Belo, e o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR/SDR), Wilson Dias, apresentaram um conjunto de ações de Governo para garantir a convivência com o semiárido.

Dias mostrou aos(às) conselheiros(as) um conjunto de ações da SDR/CAR, a exemplo da construção de cisternas, barreiros, do projeto Água Para Todos, Pró-Semiárido, Projeto de Mecanização Rural (Promer), Garantia-Safra, distribuição de palma forrageira e outras iniciativas que contribuem para uma melhor convivência do agricultor familiar com o semiárido.

“O CEDRS é composto por organizações que estão interiorizadas e representam o conjunto da agricultura familiar nos territórios. O que disseminamos aqui, eles geralmente levam a campo, fazem discussões e retroalimentam esse processo, ajudando-nos a aperfeiçoar a execução das políticas públicas”, disse Wilson Dias. Ele também lembrou que os encaminhamentos do CEDRS o são compartilhado no Comitê Estadual de Convivência com o Semiárido, implantado pelo governador Rui Costa, que se reúne todas as terças-feiras.

Cootraf

Aisi Anne Carvalho, coordenadora de assessoria técnica e extensão rural da Cooperativa de Assessoria Técnica e Educacional para o Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Cootraf), participou da reunião e apresentou o trabalho de ATER desenvolvido pela instituição, nos territórios Chapada Diamantina, Sertão Produtivo e Piemonte do Paraguaçu, via chamada pública SDR/Bahiater, com a oferta de serviço ATER para 2.160 famílias. “Investir em ATER ajuda a promover saúde com alimentação saudável, além de garantir melhor produção e elevação de renda para o agricultor, fazendo com que ele se fixe no campo, cuidando do meio ambiente e mostrando aos seus filhos que não precisam ir para os grandes centros para sobreviver”, observou Aisi Anne Carvalho.
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